sexta-feira, 25 de julho de 2014

Itaboraí é Derrotado no Cariocão


Não foi da maneira que se esperava a estreia do Itaboraí na segunda fase da Série C do Campeonato Carioca. O Azul e Branco visitou o Santa Cruz nesta quinta-feira (24), no estádio Nielsen Louzada, em Mesquita, e saiu derrotado por 1 a 0, com gol do veterano atacante Marcos Denner, ex-Flamengo.

Com o primeiro revés computado nesta etapa da competição, o Itaboraí largou na quinta posição do Grupo G, sem pontos conquistados. Por sua vez, o Santa Cruz ocupa a vice-liderança da Chave F, com 3 pontos, ficando atrás apenas do Barcelona, que venceu por 2 a 0.

No próximo domingo, dia 27, o Itaboraí buscará reabilitação contra o Artsul, dentro de casa, no estádio Alziro de Almeida. O Santa Cruz, por sua vez, vai até a Região dos Lagos enfrentar o São Pedro, no Waldemar Tadio. As duas partidas acontecem às 15h.

Complemento - Outros cinco jogos foram disputados nesta quinta-feira, pela rodada inaugural da segunda fase da Terceirona. Os placares foram os seguintes: Barcelona 2x0 Arraial do Cabo (Eustáquio Marques), Esprof 1x1 Serrano (João Francisco), Duque Caxiense 0x0 São Pedro (Telê Santana), Gonçalense 0x0 São Cristóvão (José Alves Ventura), Artsul 0x1 São Gonçalo FC (Nivaldo Pereira).

São Gonçalo F.C. Mantém Liderança

Ótima largada! Na abertura da segunda fase da Série C do Campeonato Carioca, o São Gonçalo FC visitou o Artsul, no estádio Nivaldo Pereira, em Nova Iguaçu, nesta quinta (24), e apesar de jogar no domínio adversário, não se intimidou e conquistou um resultado positivo: vitória por 1 a 0. Waguinho fez o gol decisivo.

O triunfo mantém o São Gonçalo na mesma situação na qual terminou a primeira fase, ou seja, na liderança. A equipe está isolada, na ponta do Grupo G, com 3 pontos conquistados. O Artsul, que está na chave F, ocupa a lanterna, sem pontuar.

No próximo domingo, dia 27, a segunda rodada será realizada na etapa decisiva da Terceirona. O Artsul buscará reabilitação fora de casa, contra o Itaboraí, no estádio Alziro de Almeida. Por sua vez, o SGFC faz o dérbi da cidade contra o Gonçalense, no Carlos Gonçalves, em Rio Bonito. Os dois jogos acontecem às 15h.




Artsul desperdiça grande chance; SGFC é mais efetivo

A primeira etapa foi de muita movimentação, mas nem tanta inspiração. O São Gonçalo chegou a ameaçar o time mandante, que passou a tocar a bola e equilibrar as ações rapidamente. Aos 40, Adam, do Artsul, foi derrubado dentro da área. Pênalti. André se encarregou da cobrança, mas Victor acertou o canto e segurou o empate parcial.

Na etapa complementar, apesar do maior domínio do Artsul, o São Gonçalo demonstrou mais objetividade e acabou sendo premiado aos 26 minutos. Matheus desceu pela esquerda e cruzou rasteiro para Waguinho, que chegou escorando e decretando o placar final: 1 a 0.

Bem postado defensivamente, coube aos visitantes administrarem os minutos finais. O Artsul, que ensaiou uma tímida pressão, não obteve êxito e amargou a derrota em casa.

Ficha Técnica
Artsul 0x1 São Gonçalo FC
Campeonato Carioca Série C - 2ª Fase - 1ª Rodada
Estádio Nivaldo Pereira, Nova Iguaçu - RJ
Dia 24 de julho (quinta-feira) - 15h

Árbitro: Felipe da Silva Gonçalves
Assistentes: Marcello Oliveira da Costa e Alexandre Eller
Cartões Amarelos: Fabiano, Alexandre e Lucas (Artsul); Jefferson e Léo Moreno (SGFC)

Gols: Waguinho, 26'/2ºT (0-1)

Artsul
Rafael; Vitor, Adam, Vagner Eugênio e Fabiano (Alexandre); André, João Vitor, Sarrá (Barrach) e Adriano (Dú Paraíba); Lucas e Hudson. Técnico: Zilla Cardozo

São Gonçalo FC
Victor; Dreivison, Diego Mendes (Matheus), Jefferson e Robertinho; Maykon, Ramon (Pedro), Rodrigo Will e Walber; Edu e Waguinho (Léo Moreno). Técnico: Marcus Alexandre Cravo


Por Gabriel Farias

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Romário Visita Obras do Novo Estádio em São Gonçalo.

Na briga por uma das quatro vagas na Série B de 2015, o Gonçalense terá uma visita 
especial no próximo sábado (26), às 11 horas, um dia antes do clássico citadino contra
 o São Gonçalo FC. Trata-se do Deputado Federal e Tetracampeão Mundial Romário, 
que recebeu o convite do presidente Joacir Thomaz e irá até o CT do clube, além das 
obras do futuro estádio e do projeto Arena Catavento, ambos no bairro Jardim Catarina,
 em São Gonçalo.



















Antes disso, porém, o Gonçalense encara o São Cristóvão, no Estádio José Alves Ventura
em Rio Bonito, nesta quinta-feira (24), às 15 horas, pela primeira rodada da segunda fase 
da Série C, com transmissão ao vivo da Rádio FutRio.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Confirmado! Rei do Acesso é o Novo Técnico do São Cristovão.

Após o pedido de demissão de Hugo Sales o São Cristóvão tem novo treinador para a segunda fase da Série C do Campeonato Carioca. Trata-se de Antônio Carlos Roy, técnico com várias passagens pelo futebol carioca, como Madureira, America, Resende e Cabofriense, conforme antecipamos
 A apresentação de Roy será somente após a primeira rodada, na sexta-feira, dia 25.




Ainda sem o novo treinador no comando, o São Cristóvão encara o Gonçalense, na quinta-feira (24), pela estreia da segunda fase, no Estádio José Alves Ventura, em Rio Bonito, às 15 horas.


São Cristóvão quer Antonio Carlos Roy como técnico para tentar acesso

Após a surpreendente saída de Hugo Sales do comando da equipe, o São Cristóvão já corre atrás de um novo treinador. E o nome favorito é o de Antonio Carlos Roy, que no Carioca deste ano comandou o Madureira. As conversas estão bastante adiantadas.



Roy, conhecido como rei do acesso, seria o preferido da direção para ocupar a vaga e tentar recolocar o clube Cadete de volta na Série B em 2015. Um dos favoritos ao acesso, o São Cri-Cri classificou-se com a segunda melhor campanha.

Sem técnico definido, o São Cristóvão estreia na segunda fase da Série C nesta quinta-feira (23), às 15h, contra o Gonçalense, com transmissão da Rádio FutRio, www.futrio.net direto de Rio Bonito.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Morre Armando Marques

Morreu nesta quinta-feira (17), aos 84 anos, o ex-árbitro Armando Marques.
Ele sofria com uma insuficiência renal e não resistiu após ser atendido no 
Hospital CER Leblon, no Rio de Janeiro. Armando ficou conhecido nos anos
 60, tornando-se um dos melhores e mais polêmicos árbitros  do futebol
 brasileiro.

Armando Nunes Castanheira da Rosa Marques nasceu no Rio de Janeiro,

 em 1930, e começou sua carreira de árbitro ainda na década de 60. Ele apitou
 nada menos que 12 decisões de títulos brasileiros e duas Copas do Mundo
 (1966 e 1974). Considerado por muitos o maior árbitro de futebol que o Brasil
 já teve, ele ficou no entanto marcado por alguns erros ao longo de sua carreira.

No futebol carioca, destacou-se um equívoco do árbitro em um jogo do Torneio
 Roberto Gomes Pedrosa, em 1968. No Fla-Flu, a vitória foi tricolor, por 1 a 0, 
gol de Wilton. No entanto, o jogador estava em impedimento no lance e ainda 
usou a mão para tirar o goleiro da jogada e marcar. Após fotos comprovarem 
a irregularidade, Armando desculpou-se com a torcida rubro-negra.

Seis anos depois, um clube do Rio acabou beneficiado por um erro de Armando. 
No Maracanã, jogavam Vasco e Cruzeiro, pela final do Campeonato Brasileiro.
 O mineiro Zé Carlos fez um gol legal, mas a arbitragem o anulou. No fim, a vitória
 e o primeiro título nacional foram para o clube de São Januário.

Após se aposentar, trabalhou como apresentador e comentarista de programas 
de rádio e TV, além do cargo de Presidente da Comissão de Arbitragem da CBF.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O que seria de Marta, se não existisse o E.C. Radar de Copacabana ?


Difícil falar de futebol feminino sem falar no Esporte Clube Radar de Copacabana, equipe que mais colaborou para o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil, localizado no badalado bairro de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro-RJ. 

 Em 1981 foi revogada uma lei criada em 1941 que desde 1965 proibia a pratica de futebol e outros esportes por mulheres, e desde já Eurico Lira, empresário e presidente do clube começa a incentivar a prática de futebol feminino, Eurico seria também futuramente o técnico da equipe.

O Esporte Clube Radar foi fundado em 1932 e sua equipe feminina em 1981, uma dissidência da equipe que jogava futebol de areia. Hoje o radar ainda existe como academia, possuindo apenas equipes de luta.
Uniforme do Radar 
Titulos

O clube conquistou o I Campeonato Estadual Feminino do Rio de Janeiro, organizado pela Divisão Feminina da Federação de Futebol do estado do Rio de Janeiro (Ferj), e a I Taça Brasil de Futebol Feminino da CBF, ambos em 1983.



O  E.C. Radar não se cansou de colecionar títulos e marcas de se tirar o chapéu. Como a antiga Taça Brasil, onde conquistou todas as edições, sendo Hexacampeão: 1983, 1984, 1985, 1986, 1987 e 1988.
Outro Hexa foi no Campeonato Carioca: 1983, 1984, 1985, 1986, 1987 e 1988. Em 1989, conquistou o Torneio Brasileiro de Clubes.
Durante esse período (entre 1983 a 1988), o Radar realizou 71 jogos; vencendo 66, empatando três, e sofrendo apenas duas derrotas.

 RADAR & SELEÇÃO BRASILEIRA JÁ FOI UMA SÓ
Em 1982, O Esporte Clube Radar, equipe que ganhou projeção ao divulgar o futebol feminino no Brasil, onde conquistou o título da Women’s Cup of Spain, derrotando seleções como Portugal, França e Espanha. Já em 1989 a equipe inteira do Radar representou a Seleção Brasileira de Futebol Feminino no Campeonato Mundial.

No entanto, os campeonatos femininos, que não tinham retorno de público e imprensa, vinham perdendo cada vez mais participantes, até deixarem de ser organizados. E no início dos anos 90, o Esporte Clube Radar desmanchou a equipe, colocando um ponto final no na equipe feminina mais vencedora da história do futebol feminino no Brasil.

O que seria de Marta se não existisse o Radar ? 



terça-feira, 15 de julho de 2014

Artista reproduz camisas de todos os tempos


Trabalho, feito de maneira artesanal, é reconhecido no Brasil e no mundo
André Moura exibe as camisas do Uruguai, de 1930, e do Fluminense,
de 1984. Duas das criações preferidas. Fotos: Gabriel Farias.
No futebol a camisa é a identidade de um time ou seleção. Os torcedores consideram a vestimenta um "manto sagrado". Apaixonado pelo Fluminense e aficionado por clubes da América do Sul, André Moura, de 32 anos, em seus tempos de estudante, resolveu que colecionaria os uniformes mais marcantes.

A grande questão era: como conseguir as camisas históricas das décadas de 80 e 90, numa época onde não se comercializavam as mesmas com tanta facilidade? André passou então ele mesmo a produzir os mantos que tanto o encantavam.

- Sempre gostei de futebol, mas conseguir as camisas dos times era muito complicado. Resolvi desenhar uma do Boca Juniors, da Argentina, e levar para uma pessoa costurar. Quando cheguei na escola, causei um alvoroço - relembra André.

Com o passar do tempo, o artesão das camisas foi aprendendo todos os processos para refazer os uniformes. A fama foi crescendo e hoje André tem um pequeno ateliê junto de sua casa, no Rio do Ouro, em São Gonçalo. O passatempo lhe rendeu diversos convites para expôr seu material.

- Fiz uma exposição no Maracanã onde as pessoas que faziam o tour no estádio viam as camisas que fiz. Em setembro vou ao Mineirão, onde acontecerá um evento de exposição de camisas históricas - conta.

Torcedor fanático do Fluminense, André tem como preferidas suas criações que remontam aos grandes anos de conquistas do Tricolor Carioca, como o campeonato brasileiro de 1984. As camisas da seleção do Uruguai e do Peñarol, tradicional clube do país vizinho, também estão entre as mais queridas.

- Sempre que posso acompanho o Fluminense fora do país. Em uma dessas viagens vi uma camisa da seleção uruguaia campeã mundial de 1930. Resolvi refazê-la com todos os elementos, inclusive o envelhecimento - disse.

Em época de Copa, encomendas de todo mundo

Da esquerda para a direita: camisas históricas de Uruguai, Itália,
Alemanha e Portugal.
O trabalho rico em detalhes fez com que André Moura criasse uma rede de admiradores em todo o mundo. Em sua página na internet, onde expõe seu trabalho, recebe inúmeras encomendas.

- Tenho muitos clientes do Chile e do Uruguai. Ultimamente tenho recebido muitos pedidos dos Estados Unidos, já que refiz a camisa que a seleção norte americana utilizou na Copa do Mundo de 1994, que foi sediada lá.

Além das camisas mais conhecidas de seu catálogo, como de grandes seleções como Brasil, Alemanha, Itália e França, André Moura também topa novos desafios. Basta que o interessado envie uma imagem da blusa escolhida. O trabalho de pesquisa e confecção é por conta dele.

- Eu analiso bem para saber qual o tecido utilizado, quais os detalhes da camisa. A partir daí faço o projeto no computador e faço a impressão no tecido. Depois é como se fosse um quebra-cabeça. Basta ir juntando os pedaços.

Os interessados em contactar André Moura para exposições ou eventos relacionados ao seu trabalho podem acessar o site: www.mourasport.com.br. Na página também estão disponíveis as criações feitas ao longo dos anos.

por Gabriel Farias
Parte desta postagem é do site www.futebolgonçalense.com

sábado, 21 de junho de 2014

Tricolor Gonçalense Apresenta Locomotiva

E o Gonçalense anunciou uma novidade para seu elenco e comissão técnica. A direção do clube adquiriu um ônibus para as viagens e deslocamentos durante as competições. O veículo, totalmente personalizado, tem predominância na cor azul, além de carregar um grande escudo do clube em suas partes lateral e frontal.





O veículo também tem estampado as bandeiras do Brasil e do estado do Rio de Janeiro, além da frase "Orgulho de ser Gonçalense". Segundo o presidente do Tricolor, Joacir Tomaz, o ônibus já está em uso. O próximo jogo do Gonçalense na Terceirona será no dia 22, contra o Duque Caxiense, quando os jogadores terão o primeiro teste de fogo com a "Locomotiva", apelidado dado ao veículo.

Parte dessa postagem é integrante do site:www.futebolgonçalense.com.br

domingo, 15 de junho de 2014

Esporte Clube Metalúrgico / São Gonçalo-RJ

  Um "operário patrão" na década de 40, foi o Esporte Clube Metalúrgico, de São Gonçalo-RJ.  respeitado na região, o clube ao lado do Tamoio Futebol Clube e  Clube Esportivo Mauá formaram o "Trio de Ferro" do futebol gonçalenseFundado numa quinta feira, dia 8 de agosto de 1938. 

  Em 17 de abril de 1925, a Companhia Brasileira de Usinas Metalúrgicas instalou-se no município de São Gonçalo, época em que a cidade começava a viver um grande desenvolvimento industrial. Essas indústrias não só tocavam as fábricas á  todo vapor como também mantinham  em terra dessas companhias,vilas operárias, escolas primárias e cursos. Em um desses espaços para lazer e aprendizado dos operários e suas famílias foi criado o campo do metalúrgico, mais tarde Esporte Clube Metalúrgico que deu grande impulso e incentivo ao esporte no município. O grande momento do Metalúrgico aconteceu em 1942, quando foi vice-campeão do Campeonato Fluminense.O clube era muito querido pelos gonçalenses, inclusive o avô do historiador e pesquisador Auriel de Almeida foi jogador e sócio do clube, onde foi possível desenhar o escudo por meio da carteirinha do clube. Seu uniforme número 1 era: camisas azuis com golas vermelhas e calções brancos. Eventualmente jogava com um uniforme tricolor, semelhante ao segundo uniforme do Bahia (BA). 






  O grande momento do Metalúrgico aconteceu em 1942, quando foi vice-campeão do Campeonato Fluminense.



 Campeonato Fluminense de 1942


  A competição contou com a participação de 16 clubes. A Região Sul Fluminense contou com seis representantes: Resende Futebol Clube (Resende); Barra Mansa Futebol Clube (Barra Mansa); Entrerriense Futebol Clube (Três Rios); Royal Sport Club (Barra do Piraí); Central Ferroviário Clube (Valença) e Riachuelo Esporte Clube (Paraíba do Sul).

No Norte Fluminense vieram três times: Goytacaz Futebol Clube (Campos); Ypiranga Futebol Clube (Macaé) e Cordeiro Futebol Clube (Cordeiro). Já a Região Serrana também contou com três equipes: Teresópolis Futebol Clube (Teresópolis); Petropolitano Football Club (Petrópolis) e Fluminense Atlético Clube (Nova Friburgo). Da região metropolitana dois clubes: Icaraí Futebol Clube (Niterói) e Esporte Clube Metálurgico(São Gonçalo). A Baixada Fluminense um time: Esporte Clube Belford Roxo (Belford Roxo); da Região dos Lagos uma equipe de Cabo frio: Tamoyo Esporte Clube.

  Na primeira fase, o Resende e Barra Mansa empataram em 2 a 2, no sábado(13 de dezembro de 1942). No segundo jogo (20/12/42) no Estádio do Leão do Sul, novo 2 a 2. Melhor para o Barra Mansa, que avançou pelos critérios de desempate.   


  Na segunda fase, nas mesmas datas acima, o Entrerriense eliminou o Riachuelo; o Petropolitano passou pelo Teresópolis; e o Barra Mansa passou para a próxima fase ao bater o Centro Ferroviário, todos em dois jogos (ida e volta). Já o Fluminense de Friburgo definiu a sua passagem para a próxima fase ao golear o Cordeiro por 11 a 1, em casa.
Outro que não encontrou dificuldades foi o Icaraí que goleou o Belford Roxo: 4 a 0 e 3 a 0. O Goytacaz depois de golear o Ypiranga de Macaé por 8 a 2, no jogo de volta arrancou um empate em 2 a 2, e também seguiu na competição.


  O classificado que mais sofreu foi justamente o EC Metalúrgico. Em dois jogos com 11 gols, o Metalúrgico bateu, fora de casa, o Tamoyo esporte Clube de Cabo Frio por 3 a 2 (13 de dezembro). Uma semana depois num grande jogo, o Metalúrgico conseguiu um empate em 3 a 3, diante de seus torcedores e festejou a suava vaga.



Metalúrgico elimina o Goytacaz


  Se na etapa anterior, o Metalúrgico sofreu, na terceira fase a situação foi ainda mais complicada. Afinal, o adversário era o temido Goytacaz de Campos. Contudo, o Metalúrgico não se intimidou e largou na frente, ao vencer em casa, no domingo (27/12/42) por 3 a 1. No jogo de volta, numa partida dramática, o Metalúrgico segurou o empate em 2 a 2 (03/01/43), no Estádio Ary de Oliveira e Souza, e garantiu a sua presença na fase semifinal.  


  Após dois empates em 4 a 4 e 2 a 2, o Fluminense de Friburgo eliminou o Icaraí nos critérios de desempate. Já o Petropolitano não teve problemas para se classificar, ao vencer, em casa, o Entrerriense por 3 a 1 (10/01/43) e depois por 3 a 2 (17/01/43), em Três Rios.
Outro que suou foi o Royal SC, que venceu o Barra Mansa por 4 a 2 (24/01/43), no Estádio da Chacrinha, em Barra do Piraí. Uma semana depois o Royal foi derrotado no Estádio Leão do Sul por 3 a 2, mas avançou as semifinais pelo saldo de gols: 6 a 5.  


  Nas semifinais, parecia que o Metalúrgico viveria outro enorme obstáculo ao ser derrotado pelo Fluminense por 2 a 1, no domingo(27/01/43), em Nova Friburgo. Contudo, o que parecia ser um drama se transformou num show de bola. Diante da sua torcida, no domingo do dia 7 de fevereiro der 1943, o Esporte Clube Metalúrgico goleou o Fluminense por 7 a 3, chegando a inédita final do Campeonato Fluminense.


  Na outra partida, o Royal SC não conseguiu tirar vantagem do fator campo e ficou no empate em 1 a 1 com o Petropolitano(07/02/43), no Estádio da Chacrinha, em Barra do Piraí. Porém, no jogo de volta (14/02/43), o Royal SC foi até Petrópolis e conquistou uma vitória heróica por 3 a 2, garantindo o seu lugar na decisão.    






 Na Decisão deu Royal SC


  Após tantas superações, o EC Metalúrgico chegou confiante na decisão. No primeiro jogo de final, numa partida de sete gols, melhor para o Royal, que venceu o Metalúrgico por 4 a 3 (domingo: 21/02/43), no Estádio da Chacrinha, em Barra do Piraí.


  A esperança agora estava no jogo de volta, onde o Metalúrgico contava com o apoio da torcida gonçalense para uma vitória simples para ficar com o caneco. Entretanto, no domingo do dia 28 de fevereiro de 1943, o 
Royal Sport Club foi melhor e venceu por 3 a 1, levando a taça para Barra do Piraí.

  Apesar da derrota, o Metalúrgico foi um time guerreiro, que superou várias adversidades ao longo da competição, e encheu de orgulho os gonçalenses. O clube disputou ainda o Campeonato Fluminense de 1944 e 1945.



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domingo, 8 de junho de 2014

Gonçalense: Tricolor Metropolitano é favorito ao título

O Gonçalense segue com sua grande campanha na Série C do Campeonato Carioca. Na manhã deste domingo (8), o Tricolor Metropolitano derrotou o União de Marechal por 3 a 0 no Estádio Nielsen Louzada e seguiu na liderança do Grupo B da competição, agora com 13 pontos.

Com seu novo treinador, Claudino de Melo, o União de Marechal conseguiu segurar o Gonçalense por quase uma hora, mas o lado físico pesou contra o time de Marechal Hermes e com isso, a equipe segue com uma pontuação negativa.

Gonçalense domina a primeira etapa, mas não consegue marcar
O Gonçalense começou dominando totalmente a partida, encurralando o União de Marechal no seu campo de defesa. A primeira oportunidade ocorreu aos oito minutos, quando Bernardo deu um ótimo passe para Sabão, que saiu na cara do gol, deslocou o goleiro, mas bateu para fora.

Logo depois, Beto cobrou falta para a área, a zaga afastou mal e o rebote ficou com Sabão, que teve calma na hora de finalizar, buscou o ângulo direito, mas a bola passou rente a trave e foi para fora. Aos 19 minutos, Bernardo chutou da entrada da área e Wesley espalmou para o lado para não se complicar. Após a parada técnica, o Tricolor Metropolitano seguia com o domínio do jogo.

Aos 25 minutos, Gean errou na saída de bola, Sabão roubou, avançou, entrou na área e cruzou para Vitão, mas o centroavante não conseguiu chegar a tempo para finalizar. Aos poucos, o União de Marechal foi se acertando na defesa e conseguiu criar um bom lance de ataque. Aos 36 minutos, Thiaguinho fez bom trabalho de pivô e ajeitou para Neigol, que bateu de primeira e obrigou Julio a espalmar para escanteio. O Gonçalense seguiu dominando a posse de bola, mas não conseguiu furar o bloqueio do União de Marechal e a primeira etapa terminou 0 a 0.

Gonçalense mantém a pressão e vence por 3 a 0
A pressão do Gonçalense seguiu na segunda etapa, mas dessa vez, o Tricolor Metropolitano foi recompensado. Aos 12 minutos, Radamés cruzou da esquerda, Vitão dominou, driblou o zagueiro e chutou na trave, mas no rebote, Sabão mandou para o fundo das redes. Perdendo a partida, o União de Marechal tentou buscar o ataque, mas abusava dos passes errados e não assustava o goleiro Julio.

Aos 25 minutos, Dieguinho quase marcou um gol de placa. Após lançamento de Beto, o zagueiro Gean e o goleiro Wesley não se entenderam e a bola caiu nos pés do volante, que tentou marcar do meio campo, mas a bola passou rente ao travessão e foi para fora. Logo depois, Alemão cobrou falta da entrada da área e assustou o arqueiro do União de Marechal.

No fim, o Gonçalense fez dois gols e matou a partida. Aos 40 minutos, Sabão avançou pela esquerda, bateu cruzado, Wesley defendeu, mas no rebote, Bernardo mandou para as redes. Em seguida, Alemão cruzou da direita e Beto, livre de marcação, fechou o placar em 3 a 0.

As duas equipes têm como próximo adversário o Duquecaxiense. O União de Marechal enfrenta o Aurianil no próximo domingo (15) no Telê Santana às 15h. Já o Gonçalense, que folgará na próxima rodada, encara o time de Duque de Caxias no dia 22 no Estádio José Alves Ventura.

A partida
União de Marechal 0 x 3 Gonçalense – Taça Corcovado, 6ª Rodada do Grupo B – 08/06/2014

Estádio Nivaldo Pereira (Mesquita – RJ) 
Árbitro: Lucas Estevão 
Assistentes: Dyego Giannini Ramos e Rafael Constantino Soares Pinheiros

União de Marechal: Wesley; Juan, Gean, Hebert e Caio; Alex, Thiaguinho (Sergio 33’/2ºT), Ronaldinho e Messi; Rafael (Juninho 20’/2ºT) e Neigol. Técnico: Claudino de Melo.

Gonçalense: Julio; Thiaguinho, Alemão (Renatinho 44’/2ºT), Yago e Pingo (Radamés – intervalo); Lages (Ualace 19’/2ºT), Dieguinho e Beto; Sabão, Bernardo e Vitão. Técnico: Emanoel Sacramento.

Cartões amarelos: Caio e Gean (UNI); Radamés (GON)

Gols: Sabão 12’/2ºT (0 – 1); Bernardo 40’/2ºT (0 – 2); Beto 43’/2ºT (0 – 3)

Público e renda: Portões fechados